
OBJETIVO
Proporcionar aos participantes as informações básicas da automação e integração de caldeiras utilizando redes de controle e intertravamento, com monitoramento à distância através de uma IHM e/ou sistema de supervisão e controle (SSC).
PÚBLICO ALVO
Destinado a todos os profissionais que se interessam pelas áreas de controle de caldeiras, integração de variáveis de controle, otimização na automação de caldeiras e suas malhas de controle.
INSTRUTOR
Reginaldo M. Onofre
DURAÇÃO
2 dias (16 h)
EXPECTATIVAS DE RESULTADOS
Que os participantes entendam:
DESCRIÇÃO
Com a instabilidade dos produtores de petróleo o preço do óleo vem subindo todos os dias e, fazem da produção de vapor com economia e segurança, uma meta que deve ser seguida com afinco, pois os custos aumentam vertiginosamente quando a caldeira opera desregulada.
Monitorar todos os processos que envolvem a produção e a distribuição do vapor e o retorno do condensado, agindo com rapidez quando um deles está fora dos parâmetros pré-configurados mantém a eficiência da caldeira em números plausíveis. Quanto maior for a automação e a integração dos sistemas da caldeira, maior será a segurança e a eficiência. Este será nosso objetivo, fornecer ferramentas que ajudem na compreensão dos mecanismos que envolvem a manipulação do vapor, através de novas tecnologias e de procedimentos operacionais.
EMENTA
1. Porque devemos otimizar os controles da caldeira.
1.1. Novas tecnologias Incrementar novas malhas de controle Incrementar o intertravamento.
2. Integrar sistema de controle aumenta a segurança.
2.1. Redes de controle Redes de intertravamento Sistema de controle híbrido.
3. Analisadores de gás.
3.1. CO2 O2 Temperatura Eficiência.
4. Partida e parada da caldeira.
4.1. Procedimento de partida;
4.2. Chama piloto Chama principal Anel de alimentação e retorno de óleo Atomização do óleo.
PROGRAMA
1. Introdução.
2. Noções de grandezas.
3. Variáveis: Pressão; Temperatura e Vazão.
4. Calor.
4.1. Sensível;
4.2. Latente.
5. Tipos de caldeiras.
5.1. Aguatubular;
5.2. Flamotubular.
6. Dispositivos de alimentação de água.
7. Dispositivos de alimentação de combustível.
8. Dispositivos de alimentação de ar.
9. Visor de nível.
10. Indicadores.
10.1. Pressão;
10.2. Temperatura.
11. Válvula de segurança.
12. Intertravamento.
12.1. Fotocélula;
12.2. Pressostato;
12.3. Termostato;
12.4. Chave de nível.
13. Ventiladores.
14. Válvulas de descarga de fundo.
15. Válvulas de descarga de nível.
16. Processo de combustão.
17. Analisador de gás.
17.1. CO2;
17.2. O2;
17.3. Teor de fuligem;
17.4. Excesso de ar na combustão;
17.5. Eficiência da combustão.
18. Combustível.
19. Atomização e queimadores.
20. Instrumentação inteligente.
21. Integração do sistema
21.1. Telas no SSC (Sistema de Supervisão e Controle);
21.2. Alarmes;
21.3. Histórico.
22. Redes.
22.1. Função básica da Rede Sensorbus;
22.2. Função básica da Rede Fieldbus;
22.3. Função básica da Rede Devicebus;
22.4. Função básica da Rede Proprietária;
23. Operação de caldeiras.
23.1. Partida;
23.2. Parada.
24. Roteiro de vistoria diária.
25. Falhas de operação.
26. Tratamento da água.
27. Poluição do ar provocada por caldeiras.
28. Precauções durante a limpeza.
29. Manutenção preventiva de caldeiras.
30. Manutenção preditiva de caldeiras.
31. Inspeção de caldeiras.










