Quinta-feira, 09 de Setembro de 2010

Cursos

Introdução a automação de caldeiras utilizando instrumentos inteligentes e redes de comunicação

OBJETIVO

 

Proporcionar aos participantes as informações básicas da automação e integração de caldeiras utilizando redes de controle e intertravamento, com monitoramento à distância através de uma IHM e/ou sistema de supervisão e controle (SSC).

 

PÚBLICO ALVO

 

Destinado a todos os profissionais que se interessam pelas áreas de controle de caldeiras, integração de variáveis de controle, otimização na automação de caldeiras e suas malhas de controle.

 

INSTRUTOR

 

Reginaldo M. Onofre

 

DURAÇÃO

 

2 dias (16 h)

 

EXPECTATIVAS DE RESULTADOS

 

Que os participantes entendam:

 

  • Como o vapor é gerado, o que é título do vapor como ele é distribuído e como reaproveitar a energia contida nele.
  • Qual o custo das perdas do calor nos vazamentos de vapor; nos flanges sem isolamento e na utilização imprópria nos trocadores.
  • Quais as implicações de uma operação insegura da caldeira.
  • Porque devemos automatizar uma caldeira, quais as conseqüências desta automação.
  • Entender as variáveis de processo que identificam a eficiência da caldeira e da combustão através de analisadores e outros instrumentos.
  • A aplicação de novas tecnologias, tais como os controladores híbridos, os transmissores digitais, rede de controle, rede de intertravamento, as HIM e o PC na arquitetura da caldeira.
  • Os acidentes acontecem na partida e parada das caldeiras, assim sendo elaborar procedimentos para evitar acidentes desta ordem.
  • Que é possível operar uma caldeira com segurança, economia e respeitando o meio ambiente.

 

DESCRIÇÃO           

 

Com a instabilidade dos produtores de petróleo o preço do óleo vem subindo todos os dias e, fazem da produção de vapor com economia e segurança, uma meta que deve ser seguida com afinco, pois os custos aumentam vertiginosamente quando a caldeira opera desregulada.

Monitorar todos os processos que envolvem a produção e a distribuição do vapor e o retorno do condensado, agindo com rapidez quando um deles está fora dos parâmetros pré-configurados mantém a eficiência da caldeira em números plausíveis. Quanto maior for a automação e a integração dos sistemas da caldeira, maior será a segurança e a eficiência. Este será nosso objetivo, fornecer ferramentas que ajudem na compreensão dos mecanismos que envolvem a manipulação do vapor, através de novas tecnologias e de procedimentos operacionais.                

 

EMENTA 

 

1.     Porque devemos otimizar os controles da caldeira.

1.1. Novas tecnologias Incrementar novas malhas de controle Incrementar o intertravamento.

 

2.     Integrar sistema de controle aumenta a segurança.

2.1. Redes de controle Redes de intertravamento Sistema de controle híbrido.

 

3.     Analisadores de gás.

3.1. CO2 O2 Temperatura Eficiência.

 

4.     Partida e parada da caldeira.

4.1. Procedimento de partida;

4.2. Chama piloto Chama principal Anel de alimentação e retorno de óleo Atomização do óleo.

 

PROGRAMA           

 

1.     Introdução.

 

2.     Noções de grandezas.

 

3.     Variáveis: Pressão; Temperatura e Vazão.

 

4.     Calor.

4.1. Sensível;

4.2. Latente.

 

5.     Tipos de caldeiras.

5.1. Aguatubular;

5.2. Flamotubular.

 

6.     Dispositivos de alimentação de água.

 

7.     Dispositivos de alimentação de combustível.

 

8.     Dispositivos de alimentação de ar.

 

9.     Visor de nível.

 

10.   Indicadores.

10.1. Pressão;

10.2. Temperatura.

 

11.   Válvula de segurança.

 

12.   Intertravamento.

12.1. Fotocélula;

12.2. Pressostato;

12.3. Termostato;

12.4. Chave de nível.

 

13.   Ventiladores.

 

14.   Válvulas de descarga de fundo.

 

15.   Válvulas de descarga de nível.

 

16.   Processo de combustão.

 

17.   Analisador de gás.

17.1. CO2;

17.2. O2;

17.3. Teor de fuligem;

17.4. Excesso de ar na combustão;

17.5. Eficiência da combustão.

 

18.   Combustível.

 

19.   Atomização e queimadores.

 

20.   Instrumentação inteligente.

 

21.   Integração do sistema         

21.1. Telas no SSC (Sistema de Supervisão e Controle);

21.2. Alarmes;

21.3. Histórico.

 

22.   Redes.

22.1. Função básica da Rede Sensorbus;

22.2. Função básica da Rede Fieldbus;

22.3. Função básica da Rede Devicebus;

22.4. Função básica da Rede Proprietária;

 

23.   Operação de caldeiras.

23.1. Partida;

23.2. Parada.

 

24.   Roteiro de vistoria diária.

 

25.   Falhas de operação.

 

26.   Tratamento da água.

 

27.   Poluição do ar provocada por caldeiras.

 

28.   Precauções durante a limpeza.

 

29.   Manutenção preventiva de caldeiras.

 

30.   Manutenção preditiva de caldeiras.

 

31.   Inspeção de caldeiras.



     
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