
OBJETIVO
Descrever a aplicação de Sistemas de Fibras Ópticas para Redes Industriais. O objetivo é diferenciar as regras de projeto adotadas em Redes Industriais em relação às Redes Corporativas e de Telecomunicações. A Apresentação discute a severidade dos ambientes no qual o cabeamento óptico é instalado, o advento das redes Ethernet industriais e a evolução das normas afim de adequar o cabeamento óptico e UTP para redes ethernet de chão de fábrica e questões conceituais como cálculo de atenuação máxima, definição de layout, redundância,etc.
PÚBLICO ALVO
Destinado a profissionais de Automação e Instrumentação Industrial que tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos em Redes Industriais com Fibras ópticas.
INSTRUTOR
Amri Tarsis de Oliveira
DURAÇÃO
1 dia (8 h)
EXPECTATIVAS DE RESULTADOS
DESCRIÇÃO
Fibras ópticas são intrinsicamente seguras em área classificada, totalmente imunes a interferência eletromagnética, suportam grandes distâncias e altas taxas de transmissão. Estes são alguns benefícios que fazem das redes de fibras ópticas ideais para suportar redes industriais, porém ao aplicar o sistema em ambientes com vibração, temperaturas extremas, potencialmente explosivo, sujeito a acidentes mecânicos e etc, algumas regras de projeto e especificações de componentes se tornam essenciais para que o sistema opere sem interrupções provocadas pela severidade do local de instalação.
Ao substituir os cabos elétricos por cabos de fibras ópticas muda-se também as possibilidades de layout e tipos de conversores.
Questões como configuração de redes profibus com duplo anel óptico para garantir total redundância serão abordados como exemplos de projetos de missão crítica.
PROGRAMA
1. Definição do tipo de fibra óptica.
1.1. Fibras Multímodo versus Monomodo;
1.2. Fibras Multímodo optimizadas para 1Gbps e 10Gbps;
1.3. Fibras monomodo optimizadas para DWDM e CWDM;
1.4. Fibras ópticas de Vidro versus Fibras ópticas plástica.
2. Definição da quantidade e tipo de Fibra óptica.
2.1. Comunicação duplex versus simples;
2.2. Aplicações entre PLCs e SDCDs;
2.3. Aplicação de Fibras ópticas como sensor de temperatura e pressão;
2.4. Aplicação de Fibras ópticas em sistemas de Vídeo;
2.5. Estudo de casos em Redes Fieldbus.
3. Definição de Layout e tipo de conversor de mídia.
3.1. Conversores ópticos industriais Configuração em Estrela, Barramento e Anel.
4. Sistemas de Conectores e terminação óptica.
4.1. Tipos de Conectores (ST,ST,LC,MT-RJ);
4.2. Conectores ópticos com proteção IP67;
4.3. Caixas de terminação versus conectorização direta Conectorização versus fusão.
5. Cabos de Fibra óptica para aplicação industrial.
5.1. Aplicações em Plataformas de Petróleo;
5.2. Aplicações em Refinarias;
5.3. Aplicações em Mineradoras e Portos.
6. Cálculo de Atenuação máxima do link.
6.1. Análise das limitações por protocolo e tipo de conversor;
6.2. Cálculo de atenuação pressuposta;
6.3. Medição da atenuação depois de instalado;
6.4. Fatores que influenciam o aumento da atenuação em redes industriais.










